Instituto ajuda comunidade com emprego e curso profissionalizante

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Com cursos patrocinados pela FCA, jovens terão oportunidade de trabalho nas montadoras

Mulheres são beneficiadas por trabalho de corte e costura com tecidos que sobram da fábrica da Fiat em Betim

O Instituto Árvore da Vida, criado pela FCA, abriu inscrições para capacitação de jovens de baixa renda, entre 18 e 24 anos, para o mercado de trabalho. São 80 vagas em São Paulo, no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e em Salvador.

Para começar o curso, os alunos precisam passar por uma formação técnica pelo Senai, parceiro do projeto, com aulas gratuitas, depois, são encaminhados para as concessionárias Fiat e Jeep, para as funções de atendimento, revisão de veículos e outras atividades do setor automotivo.

Além disso, o instituto leva atividades culturais de arte e música aos jovens do Jardim Teresópolis, em Belo Horizonte, há 14 anos. Atualmente, 183 pessoas participam das oficinas de arte e cultura, 200 crianças tem musicalização nas creches e 95 pessoas fazem aula de judô no instituro.

A atual presidente do instituto, Bianca Aragão, começou a participar do grupo de coral aos 13 anos. Hoje tem 22, é formada em psicologia e trabalha para ajudar os jovens da comunidade a desenvolver talentos e se descobrirem como pessoas e profissionais.

Cooperárvore

A FCA também colaborou para a consolidação do Cooperárvore, um projeto que começou há 12 anos com as mães das crianças que iam para as oficinas do instituto, com o intuito de aproveitar os tecidos que são descartados das fábricas e fazer bolsas, mochilas e vários acessórios.

Uma das primeiras mulheres a começar esse trabalho foi a Iracema,de 58 anos, que trabalhava no corte dos tecidos, mas por conta de um acidente precisou parar e agora está voltando aos poucos para a função.

Ela conta que as ações da FCA na comunidade abriram portas para a filha deficiente ingressar na faculdade de psicologia e no mercado de trabalho e o filho mais velho trabalha na Fiat.

Outras sete mulheres e um homem trabalham na oficina de costura do Cooperárvore, que se tornou uma empresa e gera renda para várias famílias da comunidade.

Kalyne Rannieri